Ontem visitámos a comunidade daqui, ao lado do HQ. É um mundo à
parte que, apesar de pertencer à cidade, parece estar a muitos km de distância.
São casas no meio do mato, feitas de madeira e barro, ao longo de caminhos de
terra batida. São crianças descalças e mães (muitas mães) adolescentes que nos
vêm pedir comida ou dinheiro para os filhos que levam pendurados nas costas e agarrados
às chitangas. Decidimos participar nas ações da HOPE, o projeto da DAPP que trabalha junto destas comunidades na
prevenção do HIV e noutros tópicos a nível sanitário. Amanhã começamos!
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Ndola
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Olá Marina.Recordo-me bem dessas chuvas...aparecem e desaparecem num ápice mas quando caem...caem... Esses "pequenos luxos" a que te referes são bem merecidos e ajudam certamente a carregar as baterias para enfrentar os locais e as barreiras que tens/têm que enfrentar e que a eles não há acesso. as tuas descrições fazem-nos ver o quanto de bom nós, no comodismo e talvez algum egoísmo, temos e não damos valor. A tua experiência produz frutos não só naqueles que no terreno ajudas mas também a mim e certamente a todos quantos, as tuas crónicas, de forma regular ou irregular, vamos lendo e acompanhando. Muita força minha linda! Beijinhooooos
ResponderEliminarRomi, obrigada! As tuas palavras deixam-me tão feliz :)
ResponderEliminarGrande beijinho