Dia de muitas, e fortes e
antagónicas emoções.
Despertei com a memória fresca de
uma festa de despedida que foi, a meu ver – não sei se por ter sido a nossa, se
porque estava realmente linda, se por sentir o amor de quem a preparou – a “Goodbye
Party” mais bonita do CICD.
Esta sensação de conforto e
carinho com que acordei foi rapidamente atropelada pela tristeza do “até já”
trocado com pessoas que chegaram ao meu coração, pelo tempo que passámos
juntos, pela intensidade dos momentos vividos, ou simplesmente porque sim…
Porque às vezes basta partilhar uma gargalhada, uma canção, um café ou um olhar
para criar um vínculo.
Depois o beijinho virtual aos que
amamos e sabemos, ou cremos, que só vamos ver dentro de 9 meses.
Por fim, e é mesmo por fim, a
percepção de que estou prestes a realizar um sonho que, na verdade, de sonho já
não tem quase nada, porque em breve será realidade e a realidade é sempre dura.
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