Há dias que acordamos mais tristes para a vida (ou com ela) por uma qualquer razão, ou por aquela razão, ou aparentemente por nenhuma. Hoje acordei assim, e assim fui a caminho de uma das escolinhas.
No início da caminhada uma criança corre atrás
de mim e dá-me a mão, quer ir comigo para a escolinha. A mãe grita: A Marina e
a Catarina! … e eu olho para a Catarina, pequenina nos seus 3 ou 4 aninhos,
suja de terra e descalça, com um sorriso enorme na cara porque vai para a
escolinha de mão dada comigo; e eu sinto uma felicidade tão doce, uma
felicidade quase triste, mas totalmente diferente da tristeza que tinha e que
esqueci naquele momento…

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