No outro dia, ao chegar à escolinha do bairro de Naherengue, as crianças levantaram-se a bater palmas e a gritar: MM-CU-NHA, MM-CU-NHA… e tinham uma alegria na cara, e pronunciavam a palavra com uma doçura tal, que eu pensei: se calhar a agressividade está na minha cabeça!

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